Faça Uma Avaliação de Si Mesmo Para a Sua Autoestima

Faça Uma Avaliação de Si Mesmo Para a Sua Autoestima

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Leia os componentes da autoestima que é uma fonte de saúde.

Faça uma visão de si mesmo, conforme os conceitos, responda as perguntas abaixo:

1. Identidade
Senso que um indivíduo tem de si mesmo, sua autoimagem: quem você pensa que é através do seu autoconceito que é a concepção e avaliação da pessoa de si mesma, suas características físicas e psicológicas, qualidades e habilidades.
Desenvolver sua própria identidade pessoal, enquanto reconhece a interdependência natural das interações sociais interpessoais e intrapessoais: quem sou eu e como desenvolvo um sentido para minha história própria. A identidade envolve um senso de continuidade: o sentimento de que hoje somos a mesma pessoa que éramos ontem ou no ano passado (apesar de mudanças físicas ou outra natureza). Esse senso é derivado de nossas sensações corporais, nossa imagem do corpo e o sentimento de que nossas memórias, objetivos, valores e experiências pertencem a nós.
1.1. Quem sou eu?

2. Qualidade de vida
É o nível de autoestima com que uma pessoa obtém satisfação da vida, desenvolve e manifesta os seus próprios valores pessoais, por ex.: A generosidade é uma de suas maiores qualidades. Precisamos para uma boa qualidade de vida: bem-estar emocional, mental e físico; envolvendo relações interpessoais; oportunidades para desenvolvimento pessoal (p. ex.: comportamento assertivo); exercer seus direitos e fazer escolhas de estilo de vida autodefinidos; e participação na sociedade. A eficácia de boa qualidade de vida: é preciso aprender a ler, estudar, questionar, pensar, raciocinar e observar para desenvolver seus conhecimentos, desenvolver suas habilidades e transformar dificuldades e os problemas em atitudes construtivas.
2.1. Quais são as minhas qualidades?

3. Defeito
Imperfeição física ou moral, mania, falha, pensamentos negativos sobre o passado e o futuro, produto de erro ou ausência de elemento essencial em algo que previne seu funcionamento de maneira correto.
Defeito cognitivo – qualquer comprometimento no conhecimento, entendimento e interpretação da realidade, p. ex.: (a) em reconhecer e identificar objetos ou indivíduos, (b) em raciocinar e julgar, (c) em pensar abstratamente, (d) em recordar, memorizar nomes, (e) em compreender ou empregar a linguagem, ou (f) em realizar cálculos numéricos. Defeito óptico qualquer condição no olho que impede que raios de luz se focalizem adequadamente na retina. Defeito perceptual capacidade prejudicada de organizar e interpretar experiência sensorial, causando dificuldade para observar, reconhecer e entender pessoas, interpretar situações frequentemente negativas, palavras, números, conceitos ou imagens. Défice psicológico desempenho cognitivo, comportamental ou emocional de pessoa com baixa autoestima. Exemplos de defeitos: uma jovem que grita alto e bom som, dizendo: Eu sou faladeira, sou assim e pronto! Covardia, dúvida, e não sabe perguntar, escrever determinadas letras f e v, estar barrigudo, gosta de ofender as pessoas, problemas visuais, não saber fazer cálculo mental, tabuada, problema de matemática; de português, implicar com a esposa, ou esposo, pensamentos distorcidos ou inadequado, não enxergar a realidade, ter pontos de vista autoritário e absoluto, só ele está correto, erros cognitivos, imperfeitos, fazer leitura mentais das pessoas. Não saber escutar, interromper a conversa. Cometer os mesmos erros e não aprender. Ter sempre queixas. Vitimar-se, não assumir a responsabilidade, não sabe pensar. Reclamações frequentes. Agressão verbal, não verbal ou física.
3.1. Quais são os meus defeitos?

4. Capaz
Tem capacidade, tem competência; competente. Uma capacidade, talento ou facilidade que um pessoa pode utilizar construtivamente. Por exemplo, uma criança ou adolescente pode ter grande capacidade musical.
Capacidade 1. A possessão de qualidades de ser capaz. 2. Uma capacidade, talento ou facilidade que a pessoa pode utilizar construtivamente. Por exemplo, o jovem pode ter capacidades de ser um grande atleta. 3. A capacidade cognitiva de um indivíduo de ter habilidade ou aptidão nas áreas de percepção, aprendizagem, memória, entendimento, consciência, raciocínio, julgamento, intuição e linguagem 4. O potencial de desenvolvimento ou realização intelectual ou criativa de um indivíduo. 5. Potencial inato, em contraste com o potencial desenvolvido (habilidade).
4.1. Quais são minhas capacidades? Do que sou capaz?

5. Êxito
Vitória, bom resultado; sucesso, efeito, consequência. Por ex., um aluno que todo ano é elogiado pelos professores por bons resultados das provas.
5.1. Quais são os meus êxitos?

6. Fracasso
Ação de fracassar: não ter resultado esperado; falha, malograr. Por ex., fracasso acadêmico qualquer insuficiência ou inadequação na área escolar ou de estudo, exemplo, quando um aprendiz não atinge a competência esperada. As razões usuais de fracasso acadêmico são a falta de capacidade acadêmica ou de dedicação do aprendente, um ambiente acadêmico abaixo do padrão ou instrução insuficiente; fracasso no projeto, de realizar o trabalho e não obter resultado do objetivo esperado. O fracasso devemos sempre interpretar como um feedback. Devemos aprender com os nossos erros e buscar novas estratégias com suas metas e objetivos observáveis, específicos e concretos para atingir resultado com sucesso. Nós temos que aprender com nossos erros; aprender com nossos fracassos. Portanto, Não há fracasso; há resultado. Não há erros; há experiências
6.1. Quais são os meus fracassos?

7. Competência
Capacidade de controlar a própria vida, lidar com problemas específicos de modo eficiente e de modificar o próprio comportamento ou ambiente, em oposição à mera capacidade de se ajustar ou se adaptar às circunstâncias conforme elas são. 2. Capacidade decorrente de profundo conhecimento sobre um assunto; aptidão. 3. Capacidade de realizar algo de modo satisfatório. Por ex., um aluno tem competência extraordinária em matemática, resolver com capacidade problemas de matemática com facilidades.
7.1. Quais são minhas competências?

8. Potencial
A capacidade de desenvolver ou criar. Potencial de realização 1. Capacidade pessoal de desenvolver certas habilidades ou traços a fim de atingir um nível projetado específico de proficiência. 2. habilidades ou capacidades acadêmica que podem se desenvolver com o tempo por meio da educação e pratica

9. Limite
1. Imperfeito, insuficiente. 2. Limitação funcional: restrição ou falta de capacidade para realizar uma ação ou atividade, Ex.: O professor conhecia as limitações de seus alunos para fazerem exercícios de cálculo mental. 3. Limitação de pensamento – crença de que os pensamentos das pessoas são controlados ou influenciados pelos os outros; 4. Contenção: limitação de gastos.
9.1. Quais são os meus limites? Eu sou limitado em qual área de minha vida?

10. Valor
Grau de aproveitamento escolar de um aluno; caráter dos seres pelo qual são mais ou menos desejados ou estimados por uma pessoa ou grupo; o ser humano busca sua concepção de valor não no julgamento de seu mundo, mas em seu próprio julgamento. O ser humano quer dar a si mesmo um nível, está em jogo o valor do Eu pessoal; sentimento de valor de si mesmo. Qualidade do que tem força. Juízo de valor: (na psicologia), apreciação subjetiva, que revela as preferências pessoais de cada indivíduo, segundo suas tendências e influências sociais a que está submetida; Exemplos: respeito, paciência, persistência, prudência, sinceridade, liberdade, compaixão, civilidade, confiança, diálogo….
10.1 Qual é o meu valor, estimado por mim, desejados pelos meus familiares, e pelas estimas das pessoas que me conhecem?

11. Simpatia
Afinidade ou correspondência entre duas ou mais pessoas, influência recíproca entre a mente e o corpo, tendência natural de uma pessoa para outra, simpatia recíproca – a atração e atitudes cordiais que as pessoas têm com outros que são atraídos a elas.
11.1. Afeição
Sentimentos de ternura e apego, especialmente quando esses sentimentos são não sexuais.
11.2 Amor
É um sentimento de valor, emoção de afeto por si mesmo ou por fortes sentimentos de intimidade e afeição por outra pessoa, grande amizade.
11.3. Eu me vejo como uma pessoa merece a simpatia, a afeição e o amor dos outros?

Os componentes da autoestima saudável

Os seis componentes básicos que fortalecerão as crianças, os educadores e os pais em suas avaliações:

1.Autoconsciência,
2.Autoaceitação,
3.Autorresponsabilidade,
4.Eu, meu melhor amigo e os outros,
5.Autoafirmação,
6. Autoconfiança,

Os componentes são como os alicerces de um prédio ao ser construído necessita de uma fundação que fica oculta quando a construção do prédio é concluída e se toda a estrutura foi bem elaborada com segurança, basta a manutenção de sua estrutura e o prédio continuará firme por muitos e muitos anos. Portanto, o mesmo ocorre na vida de uma criança, e dos adultos; os componentes da autoestima darão uma boa estrutura interna das experiências da vida, desenvolvendo e contribuído com bem-estar social, emocional, mental e físico de todos,nas áreas da família, escola e sociedade,

1. Autoconsciência

A criança de 5 à 10 anos que é ensinada aprender a ter consciência cresce e se desenvolve, compreende o sentido de sua vida, avaliando a sua própria realidade, aprender a observar e sentir o seu corpo e as suas emoções e sentimentos para que ela esteja ciente deles para enfrenta-los; a criança tenha consciência de que aumentando o seu potencial de conhecimento para desenvolver suas habilidades e atitudes que são o caminho que permite perceber sua transformação de novos comportamentos em sua vida; Branden(2002), para elevar a autoestima da criança, os pais e professoras(es) ensinam a viver conscientemente e, assim, gerar mais autoconfiança que é o sentimento de competência pessoal e autorrespeito que é o sentimento de valor pessoal de uma maneira consciente, compreender que faz parte natural da vida da criança está constantemente em mudanças emocionais, mentais e físicas, então, sua autoconsciência para fazer escolha, ajuda a fazer mudança e se desenvolver.

2. Autoaceitação

Para haver autoaceitação a criança precisa de bons estímulos dos adultos em seu entorno,Para as crianças, a autoestima é importantíssima para desenvolver sua confiança e permitir que cresçam com autonomia e capazes de aceitar a si mesmos e aos outros. Aceitar a si mesmo como se é, gostar de si, sentir-se bem com o aspecto físico do seu corpo, respeitar seus sentimentos e escolhas, compreender que faz parte da vida do ser humanocometer erros e que, às vezes, é essencial aprender com os erros para não repeti-los.
Ospais e professores têm que incentivar a autoaceitação em situações frustrantes da criança, para que ela não fique conformada e desista de ser melhor, mas,aceitar como desafio o que aconteceu, permitir enfrentar a situação e dá um passo fundamental para a mudança, quem se aceita por si mesmo consegue resistir à diversidade e se recompor após uma dificuldade. A autoaceitação envolve conhecer as qualidades, o que a criança é capaz, seus êxitos, suas competências, seus valores e também reconhecer áreas da sua vida que sente dificuldades, seus defeitos, seus fracassos, seus limites, e que ela poderáse empenhar mais com atitude consciente para enfrentar estes pontos fracos em sua vida. Por exemplo,às vezes, a criança torna-se teimosa em suas atitudes e desiste de novos desafios.

3. Autorresponsabilidade

De acordo com Branden, toda criança precisa em algum momento experimentar exercer e vivenciar qualquer controle sobre sua vida, só assim poderá sentir-se competente e merecedora da felicidade.
Conforme Voli, Autoestima do professor – ser responsável por si significa aceitar que cada um é responsável pelas próprias ações e, portanto, por suas consequências. Enquanto responsáveis por algo, se esse algo não agrada, também nos responsabilizamos por sua modificação.
A criança aprende a tomar conta dela mesma, em seu aspecto físico, emocional, e compreender que a vida é, ás vezes, frustrante, faz parte da vida e que os adultos também têm suas frustrações, mas existem muitas coisas que pode aprender a ser, conviver para compartilhar para lhe ajudar ao longo deste caminho;

4. Eu, meu melhor amigo e os outros

Segundo Deborah M. Plummer, Como aumentar a autoestima das criança simplica: Compreender as alegrias e os desafios dos relacionamentos: aprender a cooperar com os outros, ser capaz de ver as coisas a partir do ponto de vista de outras pessoas e compreender como estas me podem ver, aprendendo a respeitar e tolerar os pontos de vista dos outros;
Desenvolver e manter a minha própria identidade como um indivíduo, enquanto reconheço a interdependência natural das relações e desenvolvo um sentido para a minha história cultural/familiar;
Compreender as minhas emoções e ter consciência da forma como as expresso. Para uma autoestima saudável, precisarei desenvolver um nível de resistência emocional, para que não seja esmagado pelas minhas emoções e para que consigo tolerar a frustração. Precisarei saber que posso escolher a forma adequada de expressar emoções, em vez de as negar ou reprimir ou agir de forma inadequada. Da mesma forma, preciso saber reconhecer as emoções das outras pessoas e ser capaz de distinguir os meus sentimentos dos sentimentos dos outros.

5. A atitude da autoafirmação.

O princípio da autoafirmação é ser assertivo, que é o comportamento que a criança tem para tratar a si própria com respeito em todos os seus contatos diários e relacionamentos e se expressar de forma plena e congruente sem violar o direito dos outros. Afirmar seus objetivos com criatividade e benevolência sem usar comportamento agressivo para defender as próprias convicções. Autoafirmação, racionalmente compreendida, exige a coragem de viver seus valores dentro da realidade, defender quem você é; não ser ansioso em excesso por medo da reprovação de alguém a ponto de modificar seu verdadeiro eu, tornando-o irreconhecível.

6. Autoconfiança

Autoconfiança é a criança acreditar na própria capacidade de pensar,agir,de maneira adequada nas situações importantes com eficácia e ter sentimento de competência de si mesma.
Compreender suas opiniões, pensamentos e comportamentos, e ter sentimento de valor e que ela tem o direito de os expressar;
Desenvolver os seus conhecimentos, habilidades e atitudes a fim de poder aprender, desenvolver e transformar diferentes métodos para resolver problemas e para ser suficientemente flexível para mudar de estratégia, de novos desafios;
Ser capaz de aceitar desafios e de fazer escolhas;
Ser suficientemente seguro para conseguir lidar, com sucesso, com inesperado.

Dicas do Assis Almeida Psicólogo

Psicólogo Assis Almeida – Palestrante, educador e editor da Premius Editora. MBA em Gestão Administrativa e Engenheiro Elétrico pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Psicólogo pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR), pós-graduado em Terapia Cognitivo-Comportamental – TCC (UNICHRISTUS), atualmente ensina as pessoas a aplicarem esta ferramenta para cultivar uma autoestima saudável. Presidente de honra da Associação Cearense de Escritores (ACE), membro da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza (AMLEF) e membro fundador da Academia Brasileira de Psicólogos Escritores (ABPE). Clique aqui e conheça mais sobre a Clínica de Saúde Psicológica.

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